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A dança e o condicionamento físico


Das muitas formas de dança, desde a dança de salão até a discoteca, nenhuma pode ser considerada melhor para o condicionamento físico. Hoje em dia, a dança representa mais uma atividade de lazer e socialização do que uma busca de rituais e celebração como antigamente.

Muitas pessoas têm procurado na dança uma forma de manter o condicionamento e a motivação para emagrecer. Muitas academias de dança têm oferecido novos métodos de dança que servem para o emagrecimento e alívio de stress e ansiedade.

 

Os benefícios da dança para o corpo são muitos, além de poder ser praticado em qualquer idade da vida, podem ser enumerados: perda de peso, melhor funcionamento do cérebro e coordenação, e alívio de stress, melhor socialização, fortalecimento de músculos e ossos, melhor condicionamento aeróbico, etc.

 

Começar a dançar pode ser um desafio para certas pessoas. Você pode dançar com um parceiro, sozinha, ou entrar para uma escola. Você pode praticar a dança em um centro comunitário, ou em casa. A dança se tornou tão popular que a maioria das grandes academias oferece aulas de dança.

A dança pode socializar ou incentivar a competição. Ela pode ser recreacional ou mesmo esportiva, como a dança de salão. O equipamento necessário é simples, barato, e vai depender do estilo escolhido. Para começar, basta consultar a internet para ver a instituição ou academia mais próxima da sua casa que oferece o estilo que você mais gosta.

 

Dos vários estilos de dança, certamente um vai se adaptar a você, a seu estilo de vida, idade e gosto. A dança de salão, por exemplo, envolve muitos estilos, e é praticada com um parceiro, e alguns estilos são o foxtrot, a valsa, e o tango. O jazz é muito vigoroso e exige do físico, com saltos e viradas rápidas que variam com o ritmo da música. O Pole dancing, ou dança no poste, está se popularizando muito nos Estados Unidos e já está chegando com toda a força no Brasil. É o estilo que começou como dança de boates onde mulheres tiram a roupa, exige um físico atlético e muita força física e horas de treino para dominar.

 

A música e a dança têm acompanhado a humanidade por milhares de anos, e evoluído com ela. Novos estilos como o hip hop surgem enquanto estilos conservadores e tradicionais como o balé continuam a perdurar com o tempo. É um ótimo começo para quem não pratica atividades físicas há muito tempo, e também para pessoas com idade avançada. Por que não começar hoje? Simplesmente faça uma busca na internet e matricule-se.


Para um artigo interessante sobre como a dança pode deixar as pessoas mais espertas, clique aqui.

 

Música como terapia


Sem dúvida, a música é uma das coisas deste mundo que mexe com os sentidos e as emoções. As pessoas experimentam sentimentos poderosos, pelo simples fato de ouvir uma música: ela nos faz lembrar, ela nos faz reviver um episódio de nossa vida. A ciência comprova, e estudos recentes provam que a memória visual, auditiva e sinestésica (a que sente) é ativada sempre que ouvimos uma música, ou um tipo de música, estando ela associada ou não ao nosso passado.


Estudos de exames de imagem verificam a mudança de padrões cerebrais como resposta física ao ouvir uma determinada música. Ela atua principalmente no sistema de punição-recompensa do cérebro, de forma a enviar sinais de resposta a todo o organismo.

Cada experiência de música é diferente das demais. E elas são tão diversas, no sentido de que a própria música é um tipo de arte muito dinâmica e muito elástica. Isto é percebido quando nota-se a grande variedade de gostos musicais.


A música é também utilizada subconsciente por indivíduos. Alguns a utilizam para relaxar, para clarear a mente, enquanto outros para justamente o contrário. Imagine um profissional que chega em casa cansado do trabalho e põe uma clássica para sentar no sofá e baixar o nível de adrenalina daquele dia. Em direção diametralmente oposta, podem-se perceber os jovens, que vão a noitadas de música eletrônica, que é mais acelerada, e que os deixa ´ligados´, acordados, por diversas horas.


O estudo também sugere que a música pode ser utilizada para ter um desempenho melhor no esporte, diminuindo a percepção do esforço, e até mesmo no tratamento de depressão e ansiedade.

As áreas do cérebro de um músico podem ser ativadas ( ‘ligadas’ ) ou desativadas, dependendo que tipo de trabalho ele está desenvolvendo, se de execução ou de improviso. O córtex pré-frontal, por exemplo, é ativado mais quando o músico cria, do que quando simplesmente recorre à memória para tocar uma canção.

Meditação e música

Se você está procurando viver melhor, com mais saúde e bem estar físico e mental, veio ao lugar certo. Nosso objetivo é compilar o máximo de informações sobre como a música afeta nossas vidas e lhe dar dicas de como se desenvolver como pessoa.

Para quem quer uma vida mais equilibrada, com música, meditação e atividades ao ar livre e relaxamento.
Todos os dias temos desafios a enfrentar. Seja na vida pessoal ou na profissional, e a música pode levar-nos a ter uma vida mais leve, além de nos ajudar a entrar em estados meditativos e de contemplação.

A música clássica e as ondas cerebrais


Recentes estudos comprovam que a música clássica de um determinado tipo, pode alterar as ondas cerebrais do tipo alfa. As ondas alfa são medidas por instrumentos de ressonância magnética e também por PETscan, e se relacionam à produção de serotonina pelo cérebro, um hormônio ligado ao estado de relaxamento, que quando em falta, causa a depressão e ansiedade. A música de Mozart, por exemplo, é ligada a estados de organização racional das ondas cerebrais, por ser previsível e bem organizada, é o que pensam cientistas.


A melodia clássica também está ligada ao desenvolvimento do processo criativo da mente, e também intimamente relacionada à execução de movimentos de precisão, como os que cirurgiões executam nos seus procedimentos laborais diários. Este efeito de sintonizar os movimentos são comprovadamente medidos até alguns minutos após o encerramento da melodia.


Os músicos profissionais, quando executando suas obras, muitas vezes parecem calmos e contidos para a plateia, mas isto não é completamente verdade. Seus cérebros estão funcionando a toda velocidade, medindo espaço, tempo e velocidade. Os hemisférios esquerdo e direito do cérebro interagem, fazendo a racionalidade encontrar a emoção, e o que vemos é simplesmente uma bela melodia, uma bela apresentação. A música como arte, é muito mais complexa, pois utiliza o cérebro por inteiro, ao contrário da pintura ou literatura, que subdivide as tarefas do cérebro e as realiza uma de cada vez.


Acredita-se que o ritmo da música clássica, afeta diretamente aspectos fisiológicos do ser humano, como as batidas do coração e a respiração. Motivo este, que se relaciona a uma melhor percepção espacial e execução de movimentos. Acredita-se que o desenvolvimento biológico do ser humano desempenhe um papel importante neste aspecto, visto que desde tempos remotos, o homem guia-se por ritmos de dança ditados por tambores, batidas em troncos de árvore e instrumentos primitivos de sopro.


Alguns gênios da humanidade, como Albert Einstein e Thomas Jefferson eram amantes da música, e tocavam violino para se inspirar. Einstein afirmava que quando não conseguia ir além em um problema ou equação específico, tocava seu violino para relaxar, vindo após isto a conseguir uma saída para seu dilema científico.

A música como forma de expressão humana.